A visão do dia a dia
A mesma monotonia
Deixa-me, às vezes, surpresa
Queria que algo mudasse
Queria trocar o cenário
Agitar essa água parada...
Mas, quando eu abro a memória
Recordando o que vivi
O movimento constante
Aquele correr desvairado
Sem tempo pra respirar
Percebo que a calmaria
De agora, onde nada acontece
Eu pedi, implorei que viesse...
Vivi tudo de uma vez
Esgotei o movimento
Fui às raias da agitação
Fiz tudo o que quis fazer
Vivi tudo intensamente
Não vi o passar das horas
Vivi tão profundamente
Não sobrou nada pra agora...
(Juracy Lérco em 06-03-2015)

Que lindo!!!
ResponderExcluirObrigada!
ExcluirSeus poemas estão fantásticos!!!! Sem mais palavras pra dizer: apenas fantástico!! beijo.
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